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segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Monte Castelo

Me sinto sempre a beira de uma depressão iminente sem motivos claros. Devido à essas crises, normalmente me vêm algum tema em mente para discutir, no entanto esse post não surgiu simplesmente de um sonho ou de uma iluminação repentina, mas de um outro post ( que complementado por uma civilizada discussão via MSN) me faz querer mais uma vez discutir a questão de relacionamentos, mais claramente, o amor. Desta vez vou colocar dados frutos de observação, deixando de lado os conceitos de Flávio Gikovate, outrora discutido.

Primeiramente o post do blog que me inspirou: "O que é o amor?[+ValentinesDay]" por Jean Matsunaga

O que o amor não é: sentimento de possessão, um jogo de cartas em que se utiliza blefes, não é único e exclusivo, esquecível, enjoativo ou baseado em sorrisos e beijos falsos.
Amor tem que ser espontâneo, onde dois são cúmplices e sinceros, que não exija provas e nem que um se alegre com a tristeza do outro. Amor é liberdade, é lealdade, carinho, compreensão, atenção, cuidados, é saber que mesmo em qualquer adversidade não se pode estar só, pois não se divide só a companhia como também se divide a alma e o coração.
Quem ama conversa e se preocupa, conforta quando o outro chora e aconselha quando o outro está errado. Nasce de uma relação nobre, paciente e não pode se focar no medo da decepção. Ainda assim é mais fácil definir do que conhecê-lo de verdade, mas se quer saber o que é amor, não digite no Google, permita-se senti-lo...



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