Perfil

Minha foto

Historiadora/Professora de História e para sempre estudante. 

Seguidores

quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010

Linger - The Cranberries



Se você, Se você pudesse voltar
Não deixe queimar, Não deixe desaparecer
Tenho certeza de que não estou sendo rude
Mas é apenas sua atitude
Que está acabando comigo
Está arruinando todo dia
Eu jurei, Eu jurei que seria verdadeira
E, querido, você também jurou
Então por que você estava segurando a mão dela?
É assim que ficamos?
Você estava mentindo o tempo todo?
Foi só um jogo para você?

Mas eu estou tão envolvida
Você sabe o quanto sou uma tola por você
Você me tem atada entre seus dedos
Você tem que deixar isso continuar?
Você tem que deixar. Você tem que deixar
Você tem que deixar isso continuar?


Oh, eu pensei tudo de você
Achei que nada pudesse dar errado
Mas eu estava errada
Eu estava errada
Se você, Se você pudesse dar um jeito
De tentar não mentir
As coisas não seriam tão confusas
E eu não me sentiria tão usada
Mas você sempre soube
que eu gostaria de estar com você!

Mas eu estou tão envolvida
Você sabe o quanto sou uma tola por você
Você me tem atada entre seus dedos
Você tem que deixar isso continuar?
Você tem que deixar. Você tem que deixar
Você tem que deixar isso continuar?

Mas eu estou tão envolvida
Você sabe o quanto sou uma tola por você
Você me tem atada entre seus dedos
Você tem que deixar isso continuar?
Você tem que deixar. Você tem que deixar
Você tem que deixar isso continuar?

Você sabe o quanto sou uma tola por você
Você me tem atada entre seus dedos
Você tem que deixar isso continuar?
Você tem que deixar. Você tem que deixar
Você tem que deixar isso continuar?

O Contrato Social - Jean-Jacques Rousseau

Quem me conhece sabe do meu amor por línguas estrangeiras com o francês e latim, lendo O Contrato Social notei algumas frases em latim bem pertinentes. Quando terminá-lo vou colocar pensamentos do autor que sejam relevantes aqui também.


Anotações em Latim de "O Contrato Social" de Rousseau:

Pg.82
" Malo periculosam libertatem quam quietum servitium"
(É preferível uma liberdade agitada a uma servidão tranquila)

pg.88
"Nam utilissimus idem ac brevissimus bonarum malarunque rerum delectus,cogitare quid aut nolueris sub alio Principe aut volueris"
(O meio mais cômodo e mais rápido de discernir o bem do mal é perguntar-te o que terias ou não terias desejado se um outro, que não tu, tivesse sido rei.)

pg.97
"Idque apud imperitos humanitas vocabatur, cum pars servitutis esset"
(Os tolos chamavam de humanidade o que já era um começo de servidão)

pg.97
"Ubi solitudinem faciunt, pacem appelant"
(Fazem a solidão e chamam isso de paz)

Bibliografia:
ROUSSEAU, Jean -Jacques. O Contrato Social ; [Apresentação de João Carlos Brum Torres; tradução Paulo Neves] - Porto Alegre, RS: L&PM,2009.
quarta-feira, 17 de fevereiro de 2010

Catedral - Zélia Duncan/ Pra Rua Me Levar - Ana Carolina e Seu Jorge

Dois clássicos MPBísticos, a primeira, uma música que nunca saiu da minha cabeça, desde a infância ela faz parte do meu sonho frustrado de tocar violão e a segunda que é sem dúvidas uma das músicas mais ligadas a mim em qualquer momento.
Abçs





terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

D

Deletar o Orkut é a mesma sensação que terminar um relacionamento. Ira e arrependimento são comuns mas não prevalecem com o uso da racionalidade. Como podem notar deletei também meu Twitter ( a falta deste é mais difícil de lidar), ambos por motivos pessoais.

Embora não goste de exibir minha vida pessoal ( o que vai de choque com este post) devo confessar o motivo da mudança...

Baseado no sentimento de ciúmes, que, embora, na maioria das vezes parta da premissa de que um considera-se posse do outro (o que não foi o caso - visto que não considero uma "traição"* como carnal, mas algum sentimento que possa surgir por outra pessoa, sobrepujando assim nossa relação) resolvi tapar os olhos, para freiar a imaginação auto-sabotadora de sempre e conseguir me manter mais racional diante de circunstâncias amorosas, sem que prejudique a liberdade do outro.

O fato que não saiu como planejado, é como se de modo indireto houvesse alguma cobrança implícita, e ainda que esse não fosse o objetivo, o fato tem me incomodado desde a noite de ontem. Estou agindo para evitar frustrações anteriores, tentando ser clara, objetiva e sincera, mas estou começando a analisar qualquer subjetividade que meus atos carregam e não vejo realmente nada que eu possa fazer quanto a isso.

Possivelmente, a pessoa a quem eu remeteria esse post não vai lê-lo, o que não me impede de manter tentativas a respeito de me explicar e pedir desculpas sobre qualquer interpretação não-planejada dos meus atos. Mas se puder ler tudo isso dedico-lhe:

" Sinto muito se o que pareceu é que quero lhe tirar a liberdade. Não pretendo jamais mudar seu jeito de ser, seus amigos, seus gostos. Ciúmes é problemático, mas não pretendo lhe afetar tanto assim, afinal isso é um defeito meu, e não relacional. O que eu quero no fundo é só significar pra vc o que tem significado pra mim, e erroneamente algumas vezes me comparo ao que seria um modelo de perfeição sob sua visão. Estou tentando entender que isso talvez não afete o que sente, mas minha mente persiste em me auto-sabotar, vou precisar de algum tempo de análise, entenda isso com um duelo civil entre meu lado racional e emocional, eu vou ficar bem no fim das contas"

"What a fool...
I don't know 'bout tomorrow...
What it's like to be.
Ah~
I was sure,
Couldn't let myself to go.
Even though I feel..."


Fico devendo um post menos pessoal pra vcs.
segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010

Monte Castelo

Me sinto sempre a beira de uma depressão iminente sem motivos claros. Devido à essas crises, normalmente me vêm algum tema em mente para discutir, no entanto esse post não surgiu simplesmente de um sonho ou de uma iluminação repentina, mas de um outro post ( que complementado por uma civilizada discussão via MSN) me faz querer mais uma vez discutir a questão de relacionamentos, mais claramente, o amor. Desta vez vou colocar dados frutos de observação, deixando de lado os conceitos de Flávio Gikovate, outrora discutido.

Primeiramente o post do blog que me inspirou: "O que é o amor?[+ValentinesDay]" por Jean Matsunaga

O que o amor não é: sentimento de possessão, um jogo de cartas em que se utiliza blefes, não é único e exclusivo, esquecível, enjoativo ou baseado em sorrisos e beijos falsos.
Amor tem que ser espontâneo, onde dois são cúmplices e sinceros, que não exija provas e nem que um se alegre com a tristeza do outro. Amor é liberdade, é lealdade, carinho, compreensão, atenção, cuidados, é saber que mesmo em qualquer adversidade não se pode estar só, pois não se divide só a companhia como também se divide a alma e o coração.
Quem ama conversa e se preocupa, conforta quando o outro chora e aconselha quando o outro está errado. Nasce de uma relação nobre, paciente e não pode se focar no medo da decepção. Ainda assim é mais fácil definir do que conhecê-lo de verdade, mas se quer saber o que é amor, não digite no Google, permita-se senti-lo...



Clichê, mas válido:

sábado, 6 de fevereiro de 2010

O Retorno 10.0

Internet voltou, inspiração também, mas a falta de disposição ( lê-se preguiça) persiste nesses últimos momentos de férias. Ainda com metade de dois livros para terminar de ler : O Contrato Social- Rousseau;Manisfesto do Partido Comunista - Marx e Engels,;só consigo pensar nas responsabilidades de upar minha personagem em WoW e aproveitar a nova internet de 10 Mb ( de mais uma campanha "Morra de Inveja"). No mais, bem obrigada, prossigo em algo que eu determinei de sonho terreno, não que seja ilusório, mas é extremamente pleno e confortável, se finda aqui as angústias?
Para não deixá-los saudosos vou deixar uma música que não sai da minha cabeça ( além do maldito "canarinho prisioneiro" e "fuscão preto") Wander de Kamelot. Enjoy It





Vagar

Eu me recordo de uma noite de verão
No mês de Junho
Flores em cabelos da cor de mogno
E cheiro de terra em florescência
Apenas uma melodia assim
chega sem um som
Mais do que ligeiramente ouvida por aqueles
Que sabem o que eles encontraram Alinhar ao centro
Agora é apenas uma recordação

Silenciosamente nós vagamos
Dentro deste vazio de conseqüência
Minha sombra sempre irá assombrá-la
Mas ela será minha luz guia

Silenciosamente nós vagamos
Em busca da verdade e confiança
Tantas esperanças nós perdemos aqui
Pelo caminho da aurora ao anoitecer

Encontre-me junto ao poço dos desejos
No manto da lua
Sussurre suavemente para mim
Que eu logo a verei
Cante aquela canção de tempos atrás
Então eu me recordarei de você
Flores em cabelos da cor do mogno
E dias alegres em Junho
Memoráveis

Das cinzas nós nascemos
Em silêncio nos unimos