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segunda-feira, 25 de abril de 2011

Utópica (II)

Em um a saudade imensa de escrever e de praticar expressionismo silábico, deixo aqui uma teoria e uma filosofia: o afastamento definitivo de tudo o que faz mal, que angustia, que entristece. Utopicamente vivendo, mas acima de tudo mais com a sensitiva verdade de mim, que com a falsidade e dissimulação, tenho seguido meus passos e me deixando tomar pela felicidade plena.

Não se pode confundir tal como julgamento pronto que dele deriva uma verdade absoluta, ou um simples rótulo pregado na testa do outro, mas entender como uma verdade para si dos fatos, sem previsão de término e sem previsão se há término.

Em suma (como é meu costume sempre usar do artifício da sumariedade nos textos), fatos que me causam desconforto estão riscados da minha vida. Como não posso depender de uma mudança de atitudes ou de situações, o tempo é indeterminado. Não as dedico qualquer sentimento positivo ou negativo, mas dedico meu desconhecimento, visto que é o desconhecido o que deixa de causar angústia.

É também esse texto que me livra da angústia, mas agora por uma situação inversa, tornar conhecidas minhas concepções de vida, a racionalização dos meus caminhos que está sempre precedido da minha humanidade de sentimento.

Hasta!

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