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sexta-feira, 12 de março de 2010

Da solidão crônica

Como disse no outro post , esse aqui vai falar de solidão, da minha e da sua, e a do seu vizinho e todos que de alguma forma você conhece. Vou ser breve: todos estão sós. Ainda que você não queira enxergar isso ou ainda que seu coleguinha aí do lado diga " não é verdade, estou com você", acredite, isso é uma tentativa para te consolar, já que nem ele mesmo sabe se estará vivo daqui 3, 2,1... segundos.
O fato é que por morte ou por qualquer outra circunstância adversa os indivíduos que te rodeiam irão se afastar e chegar ao ponto de não te reconhecerem na rua, você mesmo faz isso com várias pessoas... maldade? Não, mas como tudo é mutável, nossos grupos sociais também mudam.
Voltando na questão morte, quem você acha que vai morrer com você? Só você mesmo, independente se acredita que tem vida pós-morte* ou não, a única certeza é que você irá e mesmo que tenha alguém segurando sua mão, ele não atravessará qualquer etapa com você.
Esse post complementa o outro no sentido de que há questões que só você na sua solidão pode responder, não porque vc é orgulhoso quando o faz, ou ainda auto-suficiente, mas não se pode depender de outras pessoas visto que hora ou outra essa dependência deve-se romper.

Vou parar por aqui

2 opiniões:

Mr brightside disse...

é um ponto de vista muito extremo, por mais que na hora da morte seja só voce não significa que a jornada e tudo que faça ate atingir o fim da vida tenha que ser solitario. Um dia todos faremos essa passagem, mas enquanto isso o que vai contar é como voce vive.

M.A.S.S. disse...

Não digo que devemos ser solitários, mas não dá também pra se apegar à objetos e pessoas como se elas fossem a sua razão de vida. Mas concordo, é algo bem extremo a ser analisado por cada indivíduo. Grata pelo comentário
abçs